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BIO

 
 

The artist was born and raised in Araguari, deep in the Brazilian hinterland. Currently residing in Dubai, she works between Brazil and the UAE. Her practice draws on the visual cultures and popular techniques of both “homes.”

Dorazio studied Visual Arts at the Guignard University of Art (Fundação Escola Guignard) in Belo Horizonte, Brazil, later specializing in Ancient Italian Art Techniques at the Institute for Art and Restoration (Istituto per L’Arte e il Ristauro), Florence, Italy, and finally, in Germany at the Abendschule, Staedelschule. She studied art history under Rodrigo Naves, one of Brazil’s foremost art critics and scholars.

Dorazio’s practice centers on mixed-media works and installations. To skim through her myriad bodies of works is to glimpse a fascination with instability, shifting surfaces, the cosmic, the organic, the cellular, skin. While she remains faithful to a certain technical classicism (drawing, etching, the use of egg tempera), she also disrupts through material (x-ray fragments, chair caning) and scale. Upstream, her works are process-driven; on reception, they seem urgent and interactive.

The artist has exercised her skills as a curator in the exhibitions Existenzielle Korrespondenzen (Frankfurt am Main/São Paulo, 2016), Blue Connection (Frankfurt am Main/São Paulo/Sorocaba, 2010-11) and Schweizer 9 (Frankfurt am Main, 2008).

A artista nasceu e cresceu em Araguari, no interior do Brasil. Trabalha entre o Brasil, os Emirados Árabes Unidos e a Alemanha. Seu trabalho atual explora diversas culturas visuais e técnicas populares.

Elizabeth Dorazio estudou Artes Visuais na Fundação Escola Guignard em Belo Horizonte e história da arte com Rodrigo Naves, um dos principais professores e críticos de arte brasileiros. Se especializou em técnicas antigas italianas no Instituto de Arte e Restauração (Istituto per L’Arte e il Ristauro) em Florença, Itália. Posteriormente, estudou na Abendschule, Staedelschule na Alemanha.

Os trabalhos de Elizabeth Dorazio focam diversas mídias e instalações. Seu longo percurso artistico aponta para uma fascinação pela instabilidade, por superfícies mutantes, o cósmico, o orgânico, o celular e a pele. Enquanto se mantém fiel a um certo classicismo técnico (desenho, gravura, o uso da têmpera, etc), também se utiliza de materiais pouco convencionais (fragmentos de raio x, a palha da India e diversos objetos).
Seus trabalhos são elaborados ao longo do processo; em sua recepção, eles aparentam interativos.

A artista ja’ exerceu suas habilidades de curadoria nas exposições Existenzielle Korrespondenzen (Frankfurt/São Paulo, 2016), Blue Connection (Frankfurt/São Paulo/Sorocaba, 2010-11) e Schweizer 9 (Frankfurt, 2008).

 
 
 
 
 

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emal: ELIZABETH DORAZIO